<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384</id><updated>2011-07-07T18:47:15.759-07:00</updated><title type='text'>Jornal Perspectiva Histórica</title><subtitle type='html'>O blog tem como objetivo publicar matérias dos acadêmicos como também fornecer noticias sobre o que acontece no curso de História e na Universidade do interesse dos acadêmicos. O blog terá como conteúdo matérias sobre História, fóruns, noticias, entretenimento, imagens e etc.

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CAHEL</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-7002206886235070868</id><published>2009-11-12T03:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-12T03:41:46.501-08:00</updated><title type='text'>11ª Semana de Estudos Históricos</title><content type='html'>11ª Semana de Estudos Históricos&lt;br /&gt;Professor fala sobre Imagem e Som como instrumentos de educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 de Nov. 2009 Postado por Janete Trichês - Comunicação Social em Notícias&lt;br /&gt;Foto: Janete Triches&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A animação como ferramenta de produção do conhecimento e as experiências vivenciadas na organização e estruturação do Laboratório de Pesquisas da Imagem e do Som (Lapis) da UFSC  foram os temas abordados esta noite (10) pelo professor doutor Henrique Pereira de Oliveira na Unesc. Ele participou, como palestrante, da 11ª Semana de Estudos Históricos, que iniciou ontem e vai até sexta-feira (13) no campus. O evento é organizado pelo curso de História, pela Unidade Acadêmica de Humanidades, Ciências e Educação e pelo Centro Acadêmico Edson Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custos caíram&lt;br /&gt;Na montagem do Lapis em 1994, segundo Oliveira, foram necessários investimentos na ordem de R$ 60 a R$ 80 mil reais. Para produzir e editar um vídeo, eram necessários muitos equipamentos, do gerador de caracteres aos monitores. Esses equipamentos eram caros e só podiam ser manuseados por especialistas. Hoje, diz, basta um único computador de cerca de R$ 1.500,00, que qualquer um opera, para fazer uma produção muito mais elaborada. Quem quiser investir menos ainda, aconselha, pode usar até celular de R$ 200 a R$ 300,00 e gravar. “Temos até festival de filmes feitos por celular”, conta. “Hoje, qualquer tecnologia desta é eletrodoméstico dentro de casa”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senso crítico&lt;br /&gt;Se as novas tecnologias baratearam e facilitaram o acesso das pessoas à cultural visual, por outro lado, é necessário saber o que fazer com elas, diz o professor. “Precisamos ter uma relação mais crítica com o áudio-visual. Perceber que um documentário é um modo de apreensão do mundo. É fazendo, construindo, que exercitaremos nossa percepção de como se dá essa construção”, adverte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivaçõe&lt;br /&gt;Para os cursos de graduação que estão pensando em criar Laboratório de Imagem e Som, como mais um instrumento de aprendizagem para seus alunos, o professor dá algumas dicas. Em vários países do mundo, os cursos que tinham esta intenção criaram disciplina em seus currículos como Recepção Crítica do Áudio-Visual, onde os estudantes começaram a aprender diferenciar lixo de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo passo foi fazer com que os alunos se assumissem como produtores do conhecimento, pesquisando, elaborando trabalhos, fazendo entrevistas. O terceiro desafio foi a edu-comunicação, ou seja, estimular os estudantes trabalharem com as ferramentas da comunicação, como rádios, jornais e outros. Estas iniciativas, segundo Oliveira, contribuem para gerar a produção de conhecimento e a reflexão deste processo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obs: Matéria publicada no site da Unesc&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-7002206886235070868?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/7002206886235070868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/11-semana-de-estudos-historicos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7002206886235070868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7002206886235070868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/11-semana-de-estudos-historicos.html' title='11ª Semana de Estudos Históricos'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-3149782310480771771</id><published>2009-11-11T04:50:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T04:51:18.997-08:00</updated><title type='text'>Algumas fotos das Semana Acadêmica</title><content type='html'>fotos: Zeca (fotografo Unesc)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvqzF9VyqNI/AAAAAAAAACw/OhOT_-uRFyM/s1600-h/DSC03406.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvqzF9VyqNI/AAAAAAAAACw/OhOT_-uRFyM/s320/DSC03406.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402827617931012306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-3149782310480771771?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/3149782310480771771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/algumas-fotos-das-semana-academica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/3149782310480771771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/3149782310480771771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/algumas-fotos-das-semana-academica.html' title='Algumas fotos das Semana Acadêmica'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvqzF9VyqNI/AAAAAAAAACw/OhOT_-uRFyM/s72-c/DSC03406.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-2974137372043916223</id><published>2009-11-11T04:49:00.004-08:00</published><updated>2009-11-11T04:50:15.000-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvqzAmep6RI/AAAAAAAAACo/-a2mRaLmuTs/s1600-h/DSC03405.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; 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margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/Svqx8Omp_zI/AAAAAAAAABg/_Usbfz83oNg/s320/DSC03396.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402826351254830898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-920694174258347821?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/920694174258347821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/blog-post_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/920694174258347821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/920694174258347821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/blog-post_11.html' title=''/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/Svqx8Omp_zI/AAAAAAAAABg/_Usbfz83oNg/s72-c/DSC03396.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-5326565133104815394</id><published>2009-11-11T04:43:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T04:44:41.532-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/Svqxq0Ph-TI/AAAAAAAAABY/qqUYCgkpCT4/s1600-h/DSC03395.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/Svqxq0Ph-TI/AAAAAAAAABY/qqUYCgkpCT4/s320/DSC03395.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402826052120738098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-5326565133104815394?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/5326565133104815394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/5326565133104815394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/5326565133104815394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title=''/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/Svqxq0Ph-TI/AAAAAAAAABY/qqUYCgkpCT4/s72-c/DSC03395.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-7201162421052558996</id><published>2009-11-11T04:32:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T04:37:27.458-08:00</updated><title type='text'>Discussão sobre a Regulamentação do Oficio de Historiador</title><content type='html'>O professor Miranda se prontificou de debater esse tema com os acadêmicos. Acredito que isso seja de extrema importancia para esclarecer dúvidas e discutir o tema que tanto nos interessa e preocupa. Estou aceitando sugestões de como organizar esse debate e do melhor dia a ser feito. Se alguém tem interesse nesses textos posso enviar por email ou disponiblizar no xerox!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero suas sugestões para o debate...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aline&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-7201162421052558996?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/7201162421052558996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/discussao-sobre-regulamentacao-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7201162421052558996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7201162421052558996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/discussao-sobre-regulamentacao-do.html' title='Discussão sobre a Regulamentação do Oficio de Historiador'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-8197149384084243770</id><published>2009-11-11T04:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T04:32:31.763-08:00</updated><title type='text'>Projeto de Regulamentação do Oficio de Historiador</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PROJETO DE LEI Nº      , DE 2000 &lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Do Sr. Ricardo Berzoini)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dispõe sobre a regulamentação do exercício da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;profissão de Historiador e dá outras providências&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Nacional decreta:&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Art. 1º                    O exercício da profissão de Historiador é regulamentado pela presente lei.&lt;br /&gt;Art. 2º                    Historiador é o profissional responsável pela realização de análises,  de  pesquisas e de estudos relacionados à compreensão  do processo histórico, bem como pelo ensino da História nos diversos níveis da educação.&lt;br /&gt;Art. 3º                    Poderão exercer a profissão de Historiador no País:&lt;br /&gt;I  - os possuidores de diplomas de nível superior em  História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal.&lt;br /&gt;II – os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas  estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem  seus diplomas de acordo com a legislação em vigor.&lt;br /&gt;III – os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos.&lt;br /&gt;IV -  os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de 05 (cinco) anos, no mínimo, a função  de historiador.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Os profissionais de que trata o inciso  IV deste artigo, para exercerem as funções relativas ao magistério em História, deverão comprovar formação pedagógica exigida em lei.&lt;br /&gt;Art. 4º                    As atividades e funções dos profissionais de que trata esta lei consistem em, dentre outras:&lt;br /&gt;I – planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica;&lt;br /&gt;II – planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;&lt;br /&gt;III – planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de documentação e informação histórica;&lt;br /&gt;IV -  elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;&lt;br /&gt;V – elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;&lt;br /&gt;VI – assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural.&lt;br /&gt;Art. 5º As pessoas jurídicas e as organizações estatais só poderão manter as atividades enunciadas no art. 3º desta lei com a participação efetiva e autoria declarada de profissional habilitado e registrado no Conselho Regional de História.&lt;br /&gt;Art. 6º O exercício  da profissão de Historiador sem o devido registro no Conselho Regional de História caracteriza exercício ilegal da profissão.&lt;br /&gt;Art.  7º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;JUSTIFICAÇÃO&lt;br /&gt;A necessidade de uma definição legal para o exercício da profissão de Historiador é uma antiga aspiração da Associação Nacional de História (ANPUH)  e   remonta ao início dos anos 80, quando tramitaram, nesta Casa, algumas proposições legislativas com o intuito de regulamentá-la. Infelizmente, algumas dessas proposições não lograram êxito, outras foram arquivadas. &lt;br /&gt;A insistência da ANPUH em voltar ao tema deve-se a diversos fatores. Em primeiro lugar, a uma antiga reivindicação dos profissionais que trabalham em atividades vinculadas à História, seja em institutos de pesquisa, centros de documentação, instituições de preservação do patrimônio histórico, cultural e  artístico (museus, arquivos, bibliotecas), em órgãos de planejamento e assessoramento que prescindem do conhecimento histórico e, até mesmo, nos meios de comunicação de massa (imprensa escrita, rádio, televisão). &lt;br /&gt; Todas essas instâncias requerem profissionais qualificados que possuam uma visão adequada do conhecimento histórico, seus pressupostos teóricos, metodologia de trabalho, manuseio com fontes documentais,  entre outros requisitos necessários à formação do Historiador. &lt;br /&gt; Em segundo  lugar, a preocupação da ANPUH se deve à necessidade de aprimoramento do exercício da docência em História, em todos os níveis da educação (básica e superior).   O Historiador, através da produção de conhecimentos pela pesquisa científica e pela transposição dos conhecimentos históricos nela produzidos, está  preparado para  auxiliar os alunos a construírem seus próprios conhecimentos, a se introduzirem na reflexão crítica sobre a sociedade em que vivem pela ótica da relação intrínseca entre passado e presente. &lt;br /&gt; Quando essas atividades são exercidas por pessoas que não têm formação específica de Historiador, praticam-se inúmeras distorções e desentendimentos, com real e visível prejuízo para as instituições, para o sistema educacional e  para  a sociedade como um todo. &lt;br /&gt; O exercício da docência em História, em épocas passadas, foi desempenhado por profissionais de outras áreas (advogados, literatos, intelectuais, professores de áreas afins) e, até mesmo, por autodidatas que, não raro,  se dedicavam ao ensino e à pesquisa histórica como lazer. &lt;br /&gt; Com o advento dos cursos de graduação em História e, mais precisamente, com a crescente produção historiográfica oriunda dos cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado), já dispomos de profissionais qualificados que merecem o reconhecimento de  seu papel na sociedade. &lt;br /&gt; O historiador Francisco Iglésias, na sua recente obra "Historiadores do Brasil: capítulos de historiografia brasileira", assinala, com muita precisão, essa transição na produção do conhecimento histórico: "Vista agora como categoria científica, a história dispõe de técnicas e métodos particulares, que lhe dão operacionalidade e rigor. Com o surgimento dos cursos de história e mais cursos de ciências sociais, o labor historiográfico deixa de ser amadorismo ou lazer para tornar-se profissão." &lt;br /&gt; Na atual Lei de  Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), o legislador incluiu a História como componente curricular obrigatório da educação básica (art. 26, § 1º), além de determinar que "a formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação,..." (art. 62). &lt;br /&gt; Mais recentemente, o Ministério da Educação (MEC), através do Conselho Nacional de Educação (CNE), elaborou, com a assessoria de profissionais da área, as novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em História. Tais diretrizes serão uma referência imprescindível para se aquilatarem as condições mínimas de aceitabilidade da formação de Historiadores pelas instituições de educação superior que oferecem cursos de História. &lt;br /&gt;Os legisladores, ao atenderem o justo pleito dos Historiadores consignado nesta iniciativa, estarão prestando inestimável serviço à sociedade com a consolidação da  busca do aprimoramento do conhecimento crítico de nosso passado/presente, condição sine qua non para a construção da cidadania na sociedade brasileira. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Razões pelas quais peço  o apoio dos nobres Pares desta Casa para  a aprovação deste projeto de lei. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Sala das Sessões, em         de                         de 2000.&lt;br /&gt;Deputado RICARDO BERZOINI &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;00343200.159 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado pelo Professor Miranda..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-8197149384084243770?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/8197149384084243770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/projeto-de-regulamentacao-do-oficio-de_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/8197149384084243770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/8197149384084243770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/projeto-de-regulamentacao-do-oficio-de_11.html' title='Projeto de Regulamentação do Oficio de Historiador'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-7605352541496724200</id><published>2009-11-11T04:27:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T04:28:43.017-08:00</updated><title type='text'>Oficio de Historiador</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LICENCIADO EM HISTÓRIA, BACHAREL EM HISTÓRIA, HISTORIADOR:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESAFIOS E PERSPECTIVAS EM TORNO DE UM PROFISSIONAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Margarida Maria Dias de Oliveira[i]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Resumo: O texto sistematiza dados sobre o projeto que propõe a regulamentação da profissão do historiador elaborado pela ANPUH e levanta algumas questões sobre uma “nova cultura” necessária para que os profissionais de História trabalhem com uma nova realidade, caso o projeto seja apresentado ao Congresso Nacional e aprovado. Também reflete sobre o notório alargamento de espaços a ser ocupados pelos profissionais de História.&lt;br /&gt;Palavras-chave: ANPUH; Regulamentação da profissão;  historiador.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abstract: The text systematizes data on the project that proposes the regulation of the historian's profession elaborated by ANPUH and they lifts some subjects on a "new culture" necessary to the professionals of History work with a new reality, in case the project is presented to the National Congress and be approved. They also contemplates on the well-known enlargement of spaces to be busy for the professionals of History.  &lt;br /&gt;Keywords: ANPUH; Regulation of the profession;  historian.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Embora existente na prática, exercida não só por licenciados ou bacharéis em história, a profissão de historiador não é reconhecida no Brasil. Esta palavra (reconhecida) pode levar a entendimentos vários e, por isso, vou especificar. Concordamos que ela não seja muito valorizada socialmente – embora em determinados momentos seja reivindicada para, por exemplo, legitimar algum grupo no poder ou necessidades equivalentes – tampouco é reconhecida de direito, ou seja, não há uma lei regulamentando a profissão de historiador no Brasil.&lt;br /&gt;Também é verdade que alguns dirão que o fato de não existir a regulamentação não é impeditivo para o exercício da profissão ou pelo menos das atividades mais tradicionais associadas à designação historiador: pesquisar e escrever sobre história, posto que para a atuação profissional do professor de História -.prerrogativa do licenciado – ninguém solicita  maiores definições ou especificações, dado o fato, hoje incontestável, da necessidade da escola e nela do ensino de História, embora em alguns momentos este último ainda sofra algumas “retaliações” traduzidas, por exemplo, na diminuição da carga horária, em benefício de outras atividades, nem sempre justificáveis.&lt;br /&gt;Contudo, não podemos deixar de admitir que a regulamentação da profissão de historiador poderia abrir novos espaços ou talvez, sendo mais exata, tal arcabouço jurídico venha sendo requerido para que se garanta a presença desse profissional em atuações que vêm sendo geradas e também são geradoras por/de novos espaços que poderiam ser um ponto de mudança em nossa profissão. É notório como o conhecimento histórico tem ocupado espaços na publicidade, nas produções televisivas, cinematográficas, jornalísticas, como empresas privadas e públicas têm se preocupado com organizações de memoriais etc.&lt;br /&gt;Apesar dos mais resistentes e dos que colocam em dúvida a necessidade desta discussão, é antiga a reivindicação do reconhecimento da profissão de historiador. Acompanhei como estudante, a Federação do Movimento Estudantil de História - FEMEH – encampar essa luta na década de 80. Os projetos que apareceram foram circunstanciais, sem uma discussão aprofundada com a categoria, ou melhor, com os estudantes dos Cursos de História, nem com os professores de todos os níveis e bacharéis em História.&lt;br /&gt;A Associação Nacional de História – ANPUH – na gestão 1999 – 2001, junto com a discussão das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em História, pela primeira vez e de forma sistemática, elaborou um Projeto que “dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Historiador”.[ii] O Projeto, apresentado na ocasião pelo então Deputado Federal, Ricardo Berzoini garantia o exercício da profissão de Historiador aos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“I – possuidores de diplomas de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal;&lt;br /&gt;II – os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que  revalidarem seus diplomas  de acordo com a legislação em vigor;&lt;br /&gt;III – os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;&lt;br /&gt;IV – os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido,  comprovadamente, durante o período mínimo de 5 (cinco) anos, a função de Historiador”[iii]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Determinado quem poderia exercer a profissão que se buscava regulamentar, definia-se as atividades próprias deste profissional. E, assim, o Projeto asseverava:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica;&lt;br /&gt;II – planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;&lt;br /&gt;III – planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de documentação e informação histórica;&lt;br /&gt;IV – elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;&lt;br /&gt;V – elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;&lt;br /&gt;VI – assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural.”[iv]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            A Direção Nacional da ANPUH expediu correspondência para todos os Núcleos e sugeriu que as Diretorias destes mobilizassem esforços no sentido de fazer contato com a bancada federal dos seus respectivos estados para que votassem – quando posto em pauta – pela aprovação do Projeto. Além disso, representantes da Diretoria Nacional foram até Brasília e visitaram os gabinetes dos deputados dialogando com cada um e demonstrando a validade e importância da iniciativa.&lt;br /&gt;            Contudo, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, o Projeto de Lei Nº 2.047/99 (recebe o número do projeto apresentado pelo Deputado Wilson Santos) o Relator do processo e Presidente da Comissão, Deputado Freire Junior, argumentou em contrário, elencando as seguintes questões:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1. por tratar-se de “um segmento profissional já inserido na classe dos trabalhadores do magistério”;&lt;br /&gt;2. por se configurar “uma reserva de mercado à categoria, em detrimento de outros profissionais com formação semelhante, como é o caso dos antropólogos, sociólogos, pesquisadores e outros”;&lt;br /&gt;3. porque para regulamentar uma profissão “importa considerar a prevalência do interesse público sobre os de grupos ou de outros segmentos, criando, mais que direitos, deveres sociais de proteção à coletividade”;&lt;br /&gt;4. porque para se regulamentar uma profissão faz-se preciso provar “que seu exercício praticado de forma inadequada, ineficiente ou inconseqüente possa vir a causar danos sociais com riscos à segurança, à saúde e à integridade física da coletividade. Não nos parece que as atividades do Historiador sejam susceptíveis de gerar riscos sociais como os acima listados”[v].&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;Houve ainda um parecer do Deputado Eduardo Campos, publicado a 08 de agosto de 2001, após os novos documentos enviados pela Direção Nacional da ANPUH, que datam de 21 de junho de 2001, reafirmando a necessidade da aprovação do projeto de lei e apontando equívocos no parecer anterior. No novo parecer, o Deputado Eduardo Campos discordava do Deputado Freire Junior e retrucava um dos motivos enumerados para rejeição do Projeto:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            “Quanto à prevalência do interesse público sobre o particular, temos a observar que a análise dos projetos de regulamentação não pode ficar restrita aos riscos à segurança, à saúde e à integridade física da coletividade, conforme consta do parecer do relator. Na qualidade de Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural Brasileiro, acreditamos que a defesa do interesse coletivo também se manifesta na preservação de nosso patrimônio artístico e cultural, atividade por excelência do historiador. A manipulação de documentos por pessoas despreparadas, por exemplo, pode acarretar um prejuízo irreparável  à sociedade.”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            Na tentativa de garantir o encaminhamento e aprovação do Projeto, além de duas ementas modificativas, defendia a constitucionalidade do mesmo, referendando-se em leis e pareceres. Mesmo assim o projeto foi arquivado. &lt;br /&gt;Avaliou-se na gestão 2001-2003 que o Projeto do jeito que se apresentava, numa época de flexibilização como palavra de ordem, não seria aprovado ou mesmo sequer apreciado e que era preciso retomar o debate dentro da categoria e buscar o apoio do movimento estudantil de História, além de novas estratégias para reapresenta-lo à Câmara dos Deputados. Foi aberta então uma lista de discussão na página da ANPUH na internet; porém, não houve posicionamentos.&lt;br /&gt;            Sem deixar de estar vigilantes quanto à importância do tema, a Diretoria Nacional gestão 2003-2005, presidida por Luis Carlos Soares, recebendo periodicamente consultas e demandas de filiados e estudantes de História sobre essa questão, resolveu acopla-la às discussões atinentes ao Fórum de Graduação de História. Assim, junto com o levantamento das questões mais candentes para os cursos de História e para a formação desses profissionais (licenciados e bacharéis), listadas em reuniões organizadas pelos Núcleos da ANPUH, tem-se pautado a questão da regulamentação da profissão de historiador. &lt;br /&gt;            Essa discussão torna-se sempre mais polêmica quando empresas e até órgãos públicos têm, ultimamente, organizado concursos para preenchimento de vagas para o profissional de história. Talvez só explicável pelos novos tempos, nestas oportunidades solicita-se o Historiador e não o licenciado ou o bacharel, modalidades de cursos e denominações existentes para o profissional de História. &lt;br /&gt;Quem pode fazer esses concursos, quando se coloca esse requisito se não existe o profissional historiador? Se o projeto já fosse lei, todos os profissionais mencionados na primeira citação desse texto estariam aceitos, contudo, para não desviarmos para uma questão jurídica apenas, é preciso discutir qual o profissional que se deseja quando é solicitado o historiador.&lt;br /&gt;Cria-se assim uma confusão sem se definir nem pelo licenciado e não só pelo bacharel. Se a alguns essa questão pode parecer apenas de nomenclatura, ela não é. Trata-se, na verdade da definição de um “novo profissional” que vem sendo demandado a partir da criação de alguns espaços e de conhecimentos requeridos.&lt;br /&gt;Um profissional pode-se dizer, de “tipo novo” que não sendo dedicado só a pesquisa exige os conhecimentos concernentes a dimensões pedagógicas presente em instituições como museus ou centros culturais. Ao mesmo tempo não sendo um professor – no sentido tradicional do termo – esse profissional precisa estar preparado para um diálogo com públicos diferenciados que vão desde estudantes de escolas públicas e privadas (de todas as faixas etárias) ao turista que procura instituições culturais nos seus passeios e viagens buscando apreender novas culturas. &lt;br /&gt;Não sendo o pesquisador – no sentido ultrapassado de alguém isolado e só preocupado com a produção do conhecimento, às vezes desvinculado de sua função social – esse “novo profissional” precisa dialogar com arquitetos, urbanistas, arquivistas, museólogos, publicitários, webdesigners e outros tantos profissionais que também necessitam, para complementação das suas tarefas, do historiador.&lt;br /&gt;Formação esta já delineada na proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais e que, coerentemente, requeria a formação em um único curso desse profissional multifacetado, mas que não pode e não deve continuar na formação dicotômica existente atualmente (bacharéis x licenciados) com graves lacunas e deficiências tanto na formação do pesquisador tanto quanto do professor e que, forjados estanques, não atendem a esses requisitos que se apontou como novos.&lt;br /&gt;É importante lembrar o que diz o projeto das DCN sobre conteúdos, competências e habilidades necessários aos profissionais de História:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em História&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Competências e habilidades Conteúdos básicos e complementares da área de História&lt;br /&gt;1. Compreender e explicar os diferentes conceitos que informam as estruturas e as relações sócio-históricas de uma dada realidade; &lt;br /&gt;2. Conhecer as variações dos processos históricos, bem como de suas diferentes modalidades de combinações no tempo e no espaço; &lt;br /&gt;3. Conhecer e diferenciar as interpretações históricas propostas pelas principais escolas historiográficas, visando com isso, dominar o conhecimento sobre procedimentos teórico-metodológicos e as narrativas; &lt;br /&gt;4. Saber transitar pelas fronteiras entre a História e outras áreas do conhecimento sendo capaz de diferencia-las e, sobretudo, de qualificar o que é específico do conhecimento histórico; &lt;br /&gt;5. Ter as competências necessárias para atuar no ensino de História, tanto no âmbito formal, como em práticas não-formais de ensino, para produzir materiais pedagógicos e para refletir sobre as questões referentes ao ensino da História nos diferentes âmbitos e níveis em que ele se desenvolve; &lt;br /&gt;6. Estar capacitado para desenvolver a pesquisa e a produção do conhecimento histórico não só no âmbito da produção acadêmica propriamente dita, como em instituições de pesquisa e preservação documental-cultural, públicas e privadas, &lt;br /&gt;7. Poderá atuar em assessorias para o desenvolvimento de políticas e projetos na gestão de patrimônio histórico-cultural.  Os conteúdos básicos e complementares da área de História se organizam em torno de:&lt;br /&gt;1.           Conteúdos histórico/historiográficos que enfoquem, sob diferentes matizes, a problemáticas teórico-metodológica e os grandes recortes espaço-temporais preservando as especialidades constitutivas do saber histórico.&lt;br /&gt;2.           Conteúdos e práticas de pesquisa.&lt;br /&gt;3.           Conteúdos que permitam tratamento especializado e maior verticalidade na abordagem dos temas, resguardadas as especificidades de cada instituição e dos profissionais que nelas atuam. As instituições devem assegurar que o graduando possa cursar disciplinas optativas em áreas correlatas de modo a consolidar a interlocução com outras áreas de conhecimento.&lt;br /&gt;4.           Conteúdos complementares que forneçam instrumentação mínima, permitindo o atendimento de demandas sociais dos profissionais da área, tais como: disciplinas pedagógicas, fundamentos da arquivologia, de museologia, gerenciamento de patrimônio histórico, etc., necessariamente acompanhadas de estágio.&lt;br /&gt;Fonte: Projeto das Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em História. - ANPUH&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Discutir essas questões é discutir a formação do profissional de História – objetivo precípuo do Fórum de Graduação de História – e desenhar o perfil dessa formação é também definir qual o profissional que a nossa sociedade demanda insistentemente e que por mais que se possa afirmar – com toda veracidade – que essa não é a realidade de todos os recantos do país, não se pode adiar ainda mais a construção desse círculo que poderá tornar-se virtuoso: uma nova formação  - que leva a construção de novos espaços profissionais - que alarga a visão da academia e que força uma sempre melhor formação - para atender a uma sociedade em toda a sua diversidade.&lt;br /&gt;O Projeto de regulamentação da profissão do historiador foi encaminhado concomitantemente ao Projeto de Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de História. Ele foi assim como a outra face da mesma moeda. &lt;br /&gt;O projeto das DCN impõe a discussão da formação de um profissional de novo tipo, que trabalhe com o ensino, a pesquisa, o patrimônio cultural e a mídia. &lt;br /&gt;O projeto de regulamentação da profissão também prevê estas atuações, portanto, faz-se absolutamente necessário discutir os Cursos de Graduação em História, os profissionais que estão se formando e nossas necessidades daí em diante ou o que é pior, muitas necessidades básicas que ainda não foram atendidas e que são conhecidas de todos, por exemplo, condições reais para os estágios supervisionados, acesso à bibliografia etc.&lt;br /&gt;Contudo, é preciso lembrar, que as Diretrizes Curriculares Nacionais foram publicadas pelo Ministério da Educação no Parecer nº 492/2001 do Conselho Nacional de Educação aprovado em 03 de abril de 2001. A proposta da ANPUH foi acatada, contudo, separaram-se as Competências e Habilidades em A) Gerais e B) Específicas para licenciatura, contradizendo todo documento que se referia à necessidade de uma formação única para o profissional de História.&lt;br /&gt;Assim, continuamos com formações distintas para os profissionais de História que atuariam na pesquisa e nesses novos espaços que estão sendo criados/ocupados e para os professores de História, o que retoma discussões que os dois projetos (de DCN e de regulamentação da profissão) objetivavam findar.&lt;br /&gt;Em relação ao exercício da docência em História, esta é exercida por profissionais não só formados em História. Nas escolas de ensino fundamental e médio isso tem levado a questionamentos, sobretudo porque são questões muito sérias sobre professores de quaisquer outras áreas de conhecimento que assumem turmas de História para complementação de carga horária ou da falta de profissionais de História que são substituídos pelo que se consideram “formações próximas” como graduandos em Direito ou licenciados em Geografia. &lt;br /&gt;No ensino superior, às vezes, colegas provenientes seja da Sociologia, Arquitetura entre outras, com Pós-graduação em História ou com trabalhos nessa área têm assumido disciplinas em nosso curso. Trata-se de uma situação diferenciada e, segundo o Projeto de regulamentação, seriam considerados historiadores se exercessem há pelo menos cinco anos a profissão. Porém, estou buscando esse exemplo para lembrar que alguns desses profissionais têm suas profissões reconhecidas e com estruturas que se busca para os profissionais de História com a regulamentação. Haveria uma opção desse profissional? Ou ele poderia responder por duas profissões?&lt;br /&gt;Para além do Projeto de Regulamentação da Profissão (que acho que deve ser debatido, reformulado e reapresentado) considero importantes algumas questões a serem discutidas, além das anteriormente citadas. &lt;br /&gt;A primeira diz respeito à “cultura” da fiscalização, que não é comum nem por parte dos nossos sindicatos nem pela ANPUH, já que o Projeto prevê a criação dos Conselhos Regionais e do Conselho Nacional de História com o objetivo de fiscalizar o cumprimento da lei, ou seja, garantir que a profissão de historiador não seja exercida por quem não possa de direito.&lt;br /&gt;Nós, que compomos a comunidade dos profissionais de História, não temos essa “cultura” da fiscalização, costumamos associa-la a medidas autoritárias. Se essa questão pode parecer menor, devemos lembrar que regulamentações de profissões só têm sentido se for para garantir que as mesmas só sejam exercidas pelos que têm formação e direito para tal. Se não há a fiscalização e as garantias disso, torna-se inócua. Cobrar e fiscalizar o cumprimento da lei é garantir direitos e deveres dos historiadores. &lt;br /&gt;Digo isso pois Conselhos são estruturas rígidas, de fiscalização, de cobrança e de reserva de mercado. Se em relação à pesquisa e à função do historiador em Museus, Centros Culturais ou Arquivos isso poderia ser visto com uma certa facilidade, em relação ao magistério como colocar isso em prática, se a própria lei dá brechas para o exercício da profissão magistério de outra forma?&lt;br /&gt;Se for preciso pensar nessa nova “cultura” que há de se criar, também é preciso pensar e, sobretudo, estarmos preparados para o valor dessa nova estrutura.&lt;br /&gt;Temos enfrentado problemas – tanto nos Núcleos Regionais quanto na Direção Nacional – em relação ao pagamento da anuidade da ANPUH que está congelada em R$ 70,00 (setenta reais) desde o Simpósio Nacional ocorrido em 1999 em Florianópolis para conseguir manter a média de 2000 (dois mil) filiados em todo território nacional a ANPUH.&lt;br /&gt;Contudo, a arrecadação tem se mostrado insuficiente para manter uma estrutura mínima (contratação de um funcionário, envio de correspondências, manutenção de um site etc). Quando se acrescenta o item publicações (das quais a mais importante é a Revista Brasileira de História), torna-se então, inviável. Sempre na dependência de agências de fomento a ANPUH depende de patrocínios e de outras instituições para publicar a RBH e para efetivar os Simpósios Nacionais, evento mais importante da área. &lt;br /&gt;Conselhos não podem e não funcionam dessa forma. Há um custeio para ocorrer a fiscalização, a garantia do espaço do historiador. Os profissionais – no caso, historiadores – são os maiores interessados e terão que arcar com essas despesas.&lt;br /&gt;Ainda sobre a existência dos Conselhos – Regionais e Nacional. Este último poderá criar, a exemplo do que faz a Ordem dos Advogados Brasileiros – OAB, um exame para autorização do exercício da profissão. Será que também o faremos? &lt;br /&gt;Por fim e não menos importante e muito complexo, é preciso refletir muito sobre se essa regulamentação reclamada por muitos não é uma forma de se eximir da discussão da questão do magistério ou a tentativa de (re) encontrar o status social.&lt;br /&gt;A docência continua sendo a área que mais absorve os graduados e compreendida da forma como exposta no Projeto de Diretrizes Curriculares Nacionais não é o “lado menor” da formação como o processo histórico da política educacional no Brasil vem se esmerando em efetivar.&lt;br /&gt;            Considero fundamental uma política agressiva de valorização do professor, que discuta salário, condições de trabalho (este entendido para além sala de aula, adicionado ao estudo, planejamento das atividades a serem desenvolvidas intra e extra-classe, avaliações etc), inclusive denunciando políticas deliberadas de incentivo ao amadorismo. &lt;br /&gt;Dada à desvalorização impetrada pelas políticas públicas educacionais das últimas décadas, que se traduziram em rebaixamento de salários, falta de reconhecimento social da profissão etc, é preciso, inclusive uma política de revalorização para os próprios professores sobre sua profissão.&lt;br /&gt;            Antes de concluir, gostaria de lembrar que nesse novo quadro de atuação profissional que se delineia, é preciso que os profissionais de História estejam absolutamente seguros das suas especificidades e da necessidade do conhecimento, por nós construído, para a execução de tarefas que havemos de fazer dialogando com arquivistas, jornalistas e bibliotecários.&lt;br /&gt;É inegável: os novos caminhos abertos para os profissionais de História: Centros Culturais, Museus, assessorias e consultorias a empresas de publicidade, propagandas, produtoras. Também é impossível deixar de reconhecer que as atuais formações precisam ser modificadas e que se novos espaços podem e devem ser ocupados independente do reconhecimento legal da profissão; muitos outros podem ser criados e ocupados se tivermos a exigência da presença do Historiador em todos os locais em que as atividades específicas desse profissional se fizerem necessárias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;[i] Segunda secretária da Direção Nacional da Associação Nacional de História – ANPUH - (Gestão 2003-2005), Coordenadora do Fórum Nacional de Graduação da ANPUH, Professora do Departamento de História da UFRN.&lt;br /&gt;[ii] Este Projeto de lei recebeu o nº 3.492, de 2000 e foi apresentado a Câmara dos Deputados pelo então Deputado Federal Ricardo Berzoini em 22 de agosto de 2000. A ele foram apensados os projetos de lei Nº 2.047, de 1999 e Nº 2.260, de 1999 de autorias dos Deputados Wilson Santos e Laura Carneiro, respectivamente, que tratavam sobre a mesma matéria, sendo considerada a redação do primeiro, gestado a partir das discussões coordenadas pela ANPUH e escrito por essa entidade.&lt;br /&gt;[iii] Câmara dos Deputados. Projeto de Lei Nº 3.492, de 2000. p. 2.&lt;br /&gt;[iv] Idem, ibdem.&lt;br /&gt;[v] O parecer foi apresentado no dia 22 de maio de 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obs: Enviado pelo professor Miranda&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-7605352541496724200?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/7605352541496724200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/oficio-de-historiador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7605352541496724200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7605352541496724200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/oficio-de-historiador.html' title='Oficio de Historiador'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-5651589855043805536</id><published>2009-11-09T06:35:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T06:41:21.339-08:00</updated><title type='text'>Indicação de Site</title><content type='html'>Pessoal pra quem gosta de uma boa discussão, um site muito interessenta é o Café História. Um site de relacionamento, onde você paticipa de fóruns, grupos de discussão do assunto do seu interesse, pode publicar artigos e trabalhos que você produziu. Além disso conhece uma galera que também estuda e gosta de História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É só entrar lá e criar sua conta!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; www.cafehistoria.ning.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Tem um pessoal do curso que já tem conta no site...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-5651589855043805536?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/5651589855043805536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/indicacao-de-site.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/5651589855043805536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/5651589855043805536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/indicacao-de-site.html' title='Indicação de Site'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-3934882219758925325</id><published>2009-11-09T06:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T06:22:02.642-08:00</updated><title type='text'>Marc  Bloch</title><content type='html'>Nós historiadores trabalhamos com os mais variados autores e muitas vezes não conhecemos a História daqueles que são referências para nós. Então foi lançada a idéia de publicarmos as biografias de alguns autores. O escolhido dessa vez foi Marc Bloch..&lt;br /&gt;Mande sua sugestão sobre o autor que gostaria de ver a biografia publicada no Blog!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marc Bloch&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Biografia&lt;br /&gt;Filho de um professor de história antiga, Gustave Bloch, estudou na École Normale, na Fundação Dosne-Thiers em Paris, em Berlim e em Leipzig. Participou da Primeira Guerra Mundial na arma de infantaria, tendo sido ferido e vindo a receber uma condecoração militar por mérito.&lt;br /&gt;Após a guerra ingressou na Universidade de Estrasburgo, instituição onde conheceu e conviveu com Lucien Febvre com quem fundou, em 1929, a "Revue des Annales". Ali, em 1936, sucedeu a Henri Hauser na cadeira de história econômica. A revista e o seu conteúdo conheceram sucesso mundial, dando origem à chamada "Escola dos Annales", cuja linha de estudos por sua vez influenciou as chamadas "Nova História" e "História das mentalidades".&lt;br /&gt;Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, diante da ocupação nazista da França, Bloch militou na resistência francesa. Detido e torturado pela Gestapo, foi fuzilado em 16 de junho de 1944.&lt;br /&gt;Considerado o maior medievalista de todos os tempos, e na opinião de muitos, o maior historiador do século XX. Os seus trabalhos e pesquisas abriram novos horizontes nos estudos sobre o feudalismo.Foi um dos grandes responsáveis pelas inovações do pensamento histórico. Defendia o abandono de seqüências pouco úteis de nomes e datas e uma maior reflexão na construção da História como um todo entre o Homem, a Sociedade e o Tempo. Tornou-se célebre a sua resposta a questão "O que é a História?": "É a ciência dos Homens no transcurso tempo.” A sua última obra, "Derrota Estranha", foi uma avaliação da derrota francesa a partir da invasão alemã. Na fase final da vida escreveu "Apologia da História", que deixou inacabada devido à sua morte.&lt;br /&gt;Alguma de suas Obras:&lt;br /&gt;• Introdução à história. Trad. Maria Manuel Miguel e Rui Grácio Editora: Europa-América, 1974.&lt;br /&gt;• História e Historiadores, Editora J. Zahar, 1995.&lt;br /&gt;• Apologia da História ou oficio do Historiador, Editora J Zahar, 2002.&lt;br /&gt;“Mesmo que julgássemos a história incapaz de outros serviços, seria certamente possível alegar em seu favor que ela distrai (...) Pessoalmente (...) a história sempre me divertiu muito”.&lt;br /&gt;          Marc Bloch&lt;br /&gt;Fonte: Site Café História: www.cafehistoria.ning.com.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-3934882219758925325?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/3934882219758925325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/marc-bloch.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/3934882219758925325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/3934882219758925325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/marc-bloch.html' title='Marc  Bloch'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-6150304669739687990</id><published>2009-11-07T04:26:00.001-08:00</published><updated>2009-11-07T04:27:31.532-08:00</updated><title type='text'>Alguns Acadêmicos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVnpXPLjgI/AAAAAAAAABQ/IJeu4JwblvE/s1600-h/ATgAAAC_PW1XSVSMYfnFNhfpx000HOQMobjxPw7Sa3Md8gNDMS-WubHAvR5ylnM02CjuGbZNhMJ3q6vhDeQ5ooOpQ_5NAJtU9VDzoPVWSHVMNSFO1KLm67got4jW5A.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVnpXPLjgI/AAAAAAAAABQ/IJeu4JwblvE/s320/ATgAAAC_PW1XSVSMYfnFNhfpx000HOQMobjxPw7Sa3Md8gNDMS-WubHAvR5ylnM02CjuGbZNhMJ3q6vhDeQ5ooOpQ_5NAJtU9VDzoPVWSHVMNSFO1KLm67got4jW5A.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401337288410762754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-6150304669739687990?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/6150304669739687990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/alguns-academicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/6150304669739687990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/6150304669739687990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/alguns-academicos.html' title='Alguns Acadêmicos'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVnpXPLjgI/AAAAAAAAABQ/IJeu4JwblvE/s72-c/ATgAAAC_PW1XSVSMYfnFNhfpx000HOQMobjxPw7Sa3Md8gNDMS-WubHAvR5ylnM02CjuGbZNhMJ3q6vhDeQ5ooOpQ_5NAJtU9VDzoPVWSHVMNSFO1KLm67got4jW5A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-7603108350364584489</id><published>2009-11-07T04:20:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T04:23:58.709-08:00</updated><title type='text'>Semana Acadêmica de História</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVmvcBGiqI/AAAAAAAAABI/xmjuzwfAbco/s1600-h/8377.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 160px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVmvcBGiqI/AAAAAAAAABI/xmjuzwfAbco/s320/8377.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401336293261478562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-7603108350364584489?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/7603108350364584489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/semana-academica-de-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7603108350364584489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/7603108350364584489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/semana-academica-de-historia.html' title='Semana Acadêmica de História'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVmvcBGiqI/AAAAAAAAABI/xmjuzwfAbco/s72-c/8377.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-2723815602556350769</id><published>2009-11-07T04:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T04:18:01.046-08:00</updated><title type='text'>Fatos históricos de  novembro</title><content type='html'>Fatos históricos do mês de Novembro.&lt;br /&gt;Por Aline Bittencourt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui no Brasil, foi proclamada a República, por marechal Deodoro da Fonseca, comemora-se o Dia da Bandeira, e temos memórias de Zumbi dos Palmares, um dos grandes e verdadeiros heróis brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, é só passar a vista nos tópicos abaixo, que tenho certeza, encontrará datas e curiosidade bem interessantes acontecidas no mês de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o final do século 19.&lt;br /&gt;10 de novembro de 1483 - Nasce Martin Lutero, religioso alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1507 - Leonardo Da Vinci é contratado para pintar o quadro futuramente conhecido como a Mona Lisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 de novembro de 1512 - As pinturas de Michelangelo no teto da Capela Sistina são exibidas ao público pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 de novembro de 1604 - O autor teatral inglês William Shakespeare apresenta pela primeira vez ao público uma de suas tragédias: Otelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 de novembro de 1649 - Primeira frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil deixa Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de novembro de 1695 - Zumbi, o líder negro do quilombo dos Palmares, é derrotado e morto pelas tropas do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 de novembro de 1748 - Nasce Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, um dos responsáveis pela independência do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de novembro de 1763 - Nascimento de José Bonifácio, o patriarca da independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de novembro de 1783 - Dois inventores franceses, Jean François Pilatre e François-Laurent dArlandes, realizam o primeiro vôo num balão de ar quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de novembro de 1793 - É aberto ao público o museu do Louvre, em Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09 de novembro de 1799 - Napoleão Bonaparte chega ao poder na França através de um golpe de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 de novembro de 1807 - A corte portuguesa decide transferir-se para o Brasil fugindo da invasão francesa que ameaçava Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de novembro de 1814 - Morre o escultor brasileiro Antônio Francisco Lisboa. Conhecido por "Aleijadinho", foi o mais importante artista barroco no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 de novembro de 1840 - Nasce Claude Oscar Monet, pintor francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 de novembro de 1859 - Charles Darwin lança "A Origem das Espécies" onde expõe que as formas de vida originaram de um processo de seleção natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro de 1860 - Abraham Lincoln é eleito presidente dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 de novembro de 1869 - Inaugurado o canal de Suez, uma via fluvial artificial que liga a cidade de Porto Said ao mar Mediterrâneo pelo golfo de Suez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 de novembro de 1888 - O físico alemão Heinrich Hertz prova a existência das ondas eletromagnéticas, o que possibilita a telegrafia sem fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 de novembro de 1889 - Movimento liderado por marechal Deodoro da Fonsceca proclama a República do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de novembro de 1891 - O marechal Deodoro da Fonseca, não querendo arriscar a possibilidade de uma guerra civil, renuncia à presidência do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 de novembro de 1895 - Fundado no Rio de Janeiro o Clube de Regatas do Flamengo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira metada do Século 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 de novembro de 1904 - A população do Rio de Janeiro se mobiliza em protesto à vacinação obrigatória contra varíola imposta por Oswaldo Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02 de novembro de 1906 - Na União Soviética, Leon Trotsky é condenado à deportação para a Sibéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 de novembro de 1906 - O brasileiro Santos Dumont pilota o 14-Bis no primeiro vôo público em aeroplano e supera o recorde mundial de vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1907 - Fundado no Rio de Janeiro o Hospital Souza Aguiar, considerado o maior pronto socorro da América latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro de 1911 - Após liderar uma rebelião contra o ditador Porfírio Diaz, Francisco Madero é eleito presidente do México. A vitória do liberal deu início à Revolução Mexicana, primeira revolta popular do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro de 1913 - Mahatma Gandhi, líder nacional e espiritual indiano, é preso por liderar a marcha dos mineiros indianos no sul da África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 de novembro de 1913 - Charles Chaplin inicia a sua carreira de ator cinematográfico com o filme Making a Living, de Mark Sennett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 de novembro de 1915 - Nasce o general chileno Augusto Pinochet, ditador chileno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 de novembro de 1913 - O canal do Panamá, na América Central é aberto para ligar os oceanos Atlântico e Pacífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07 de novembro de 1917 - Liderados por Vladimir Lenin, os bolcheviques tomam o poder na Rússia e derrubam o governo provisório de Alexander Kerensky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02 de novembro de 1920 - A KDKA, de Pittsburg vai ao ar como a primeira rádio comercial do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1922 - Nasce Charles Bronson, ator norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 de novembro de 1927 - Joseph Stalin se torna líder da União Soviética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1930 - Getúlio Vargas é empossado como chefe do governo provisório pela junta militar que depôs o Presidente Washington Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de novembro de 1930 - Criada a Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 de novembro de 1934 - Começa a funcionar no Rio Grande do Sul a primeira refinaria brasileira de petróleo, a Destilaria Rio-Grandense de Petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 de novembro de 1935 - Morre o poeta português Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 de novembro de 1937 - Tropas do exército cercam o Congresso, que é dissolvido. O presidente Getúlio Vargas implanta o Estado Novo e outorga a quarta Constituição brasileira, inspirada nos regimes fascistas europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 de novembro de 1940 - Segunda Guerra Mundial: fechado o gueto de Varsóvia, com 350 mil judeus reclusos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 de novembro de 1940 - Nasce Bruce Lee, ator especialista em artes marciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda metade do século 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1957 - Os soviéticos lançam, a bordo da espaçonave Sputnik, o primeiro ser vivo ao espaço: a cachorra Laika.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro de 1958 - É inaugurado em Paris a sede da ONU para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 de novembro de 1959 - Morre o compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de novembro de 1959 - As Nações Unidas aprovam a Declaração Universal dos Direitos da Criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 de novembro de 1960 - John F. Kennedy vence Richard Nixon nas eleições presidenciais norte-americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de novembro de 1960 - Éder Jofre recebe o título mundial de peso-galo ao vencer o campeão mexicano Eloy Sanchez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 de novembro de 1962 - A URSS lança a primeira nave espacial com destino a Marte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de novembro de 1963 - Morre o escritor inglês Aldous Huxley, autor do livro Admirável Mundo Novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de novembro de 1963 - John F. Kennedy, presidente norte-americano, é assassinado em Dallas, no Texas, enquanto percorria as ruas da cidade em carro aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09 de novembro de 1964 - Morre aos 64 anos, a poetisa brasileira Cecília Meireles. Ela foi a primeira mulher a ter um livro reconhecido pela Academia Brasileira de Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 de novembro de 1969 - Carlos Marighella é assassinado em São Paulo. Guerrilheiro, ele foi líder da luta armada contra a ditadura militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de novembro de 1969 - É implantado o Sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) entre Porto Alegre e São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 de novembro de 1969 - Pelé marca seu milésimo gol em uma vitória do Santos por 2 a 1 contra o Vasco, no Maracanã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 de novembro de 1969 - Os astronautas da Apollo 12, Charles Conrad e Alan Bean, realizam o segundo pouso de seres humanos na lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 de novembro de 1971 - É criado o irreverente grupo musical Secos &amp; Molhados, do qual o cantor Ney Matogrosso fazia parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 de novembro de 1975 - Angola torna-se independente de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de novembro de 1975 - Morre o general Francisco Franco, chefe do Estado espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 de novembro de 1977 - A romancista Raquel de Queiroz é eleita para a Academia Brasileira de Letras. É a primeira vez que uma mulher ingressa na Academia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro de 1982 - A usina hidrelétrica de Itaipu é inaugurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07 de novembro de 1984 - O governo brasileiro institui os juizados de pequenas causas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 de novembro de 1985 - Cruzou pelo céu da Terra o cometa Halley. Ele passa em intervalos que variam entre 75 e 76 anos pela órbita terrestre. Esse espaço de tempo foi calculado pelo astrofísico Edmond Halley, que, em 1682, previu sua próxima passagem em 1758. A próxima será no ano de 2061.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro 1988 - Seis mil computadores do Departamento de Defesa norte-americano param devido a um vírus: o culpado é o filho de 23 anos do chefe da agência de segurança de computadores do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09 de novembro 1988 - Começa a funcionar na Universidade de São Paulo, o primeiro reator nuclear totalmente brasileiro, projetado e construído pela Marinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 de novembro 1921 - Morre no exílio, em Paris, a Princesa Isabel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 de novembro 1992 - O democrata Bill Clinton é eleito presidente dos Estados Unidos pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 de novembro 1995 - Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, é assassinado por um nacionalista durante manifestação pela paz em Tel Aviv.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 de novembro 1995 - Bill Gates, o milionário dono da Microsoft, compra por US$ 30 mi o manuscrito Natureza: peso e movimento das águas, de autoria de Leonardo Da Vinci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de novembro 1996 - Cerca de mil pessoas morrem na Índia por causa da passagem de um ciclone, com ventos de 200 quilômetros por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 de novembro 1996 - Uma entrevista histórica ocorre no Vaticano, entre o papa Joao Paulo II e Fidel Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02 de novembro 1998 - O furacão Mitch mata cerca de 11 mil pessoas na América Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de novembro 1998 - O cantor e compositor Chico Buarque lança o CD As cidades, depois de cinco anos sem gravar músicas inéditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 de novembro 2000 - A Holanda torna-se primeiro país a legalizar a eutanásia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-2723815602556350769?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/2723815602556350769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/fatos-historicos-de-novembro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2723815602556350769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2723815602556350769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/fatos-historicos-de-novembro.html' title='Fatos históricos de  novembro'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-2675670154134034204</id><published>2009-11-07T03:52:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T03:53:25.285-08:00</updated><title type='text'>Das questões implícitas: A subjetividade lagunense.</title><content type='html'>Por Radamés Hakkem Rodrigues – 6ª fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo atrás li um artigo escrito pelo professor João Batista Bitencourt que se chama "Narrativas do passado ou a poética possível-pertinente", onde Bitencourt analisa a obra de Oswaldo Rodrigues Cabral, explorando as concepções e paradigmas adotados por Cabral nas questões concernentes a criação de sua narrativa histórica na tentativa de observar como estes conceitos defendidos por Cabral foram aplicados nos estudos propostos por ele à cidade de Laguna. De modo geral este trabalho historiciza a ocupação do território de Laguna e do litoral catarinense costurando a narrativa com base – principalmente – em textos de Oswaldo Cabral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uma presença significativa de fontes bibliográficas e entrevistas concedidas por Cabral em vida. Podemos observar uma inovação, quando percebemos a lógica do pensamento de Oswaldo Cabral, vemos que este se preocupava – ou pelo menos deixava transparecer – em alguns de seus escritos, certo "embrião da história vista de baixo" caracterizado pelo seu conceito de "arraia miúda". Além disso, a figura do imigrante açoriano e de figuras de destaque do cenário historiográfico catarinense são abordados no artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos examinar ao longo do texto como se dá a evolução histórica da cidade de Laguna, abordada como pano de fundo para a compreensão de um método "Cabralesco" de se fazer história, onde, alguns pontos pertinentes da história desta cidade são apresentados pela ótica de Cabral. Torna-se evidente que a abordagem teórica aqui apresentada segue em determinadas linhas a primeira geração dos Annales, como na preocupação de vislumbrar novos personagens ou no distanciamento temporal do período estudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um comentário conclusivo, gostaria de ressaltar o estilo inteligível e solto de Bitencourt, e também expressar admiração pela maneira fabulosa de como os fatos são dispostos e toda problemática é desenvolvida. Sem duvidas é um grande trabalho, elucidativo e, principalmente, preocupado em não somente julgar, mas fundamentalmente absorver ao máximo as possibilidades de diálogos sadios e enaltecedores entres os diversos campos, domínios e abordagens do fazer histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Radamés Hakeem Rodrigues&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-2675670154134034204?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/2675670154134034204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/das-questoes-implicitas-subjetividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2675670154134034204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2675670154134034204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/das-questoes-implicitas-subjetividade.html' title='Das questões implícitas: A subjetividade lagunense.'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-477227311623906259</id><published>2009-11-07T03:48:00.001-08:00</published><updated>2009-11-07T03:48:50.146-08:00</updated><title type='text'>Sugestões e Lançamentos de Livros</title><content type='html'>Por Aline Bitencourt – 4ª fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro: O Maior dia da História: como a primeira guerra mundial realmente terminou.&lt;br /&gt; Autor: Nicholas Best, Editora Paz e Terra. (Lançamento)&lt;br /&gt;Esse livro relata unicamente a semana final da guerra – de 4 a 11 de novembro de 1918. O relato se situa na encruzilhada entre o romance, a reconstituição histórica e reportagem. Trazendo personagens que na época da guerra não tiveram muito destaque, mas que logo após tornaram-se grandes lideres políticos (Adolf Hitler). Mostrando a movimentação dos personagens que deram fim ao conflito, mas plantaram as sementes da Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro: Brasil: a história contada por quem viu&lt;br /&gt;Organizador: Jorge Caldeira, Editora: Mameluco, Preço: R$59,00.&lt;br /&gt;O livro é uma ampla, interessante e divertida coletânea de relatos de fontes primárias, cobrindo a história do país, da clássica carta de Pero Vaz de Caminha até o fim do século XX. Os depoimentos de época estão bem contextualizados e são fascinantes, como o do jornalista paulista espantado diante dos primeiros imigrantes japoneses que desembarcaram no país em 1908.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sugestões da Revista História Viva. Ed.71 e Ed.64&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-477227311623906259?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/477227311623906259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/sugestoes-e-lancamentos-de-livros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/477227311623906259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/477227311623906259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/sugestoes-e-lancamentos-de-livros.html' title='Sugestões e Lançamentos de Livros'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-4811032103855855847</id><published>2009-11-07T03:47:00.001-08:00</published><updated>2009-11-07T03:47:54.490-08:00</updated><title type='text'>Política e Cultura</title><content type='html'>Jhonata Goulart Serafim – 8ª fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário político Brasileiro federal é constantemente alvo de críticas devido a atos imorais “supostamente” praticados pelos membros de ambas as casas do parlamento, mas que recentemente concentraram-se no mais alto grau do legislativo: o senado. São nestes tempos de “crise” com várias denúncias de mau uso do dinheiro público e do uso da máquina governamental em benefícios de particulares, que se ouvem as afirmativas no convívio popular: “a política é assim mesmo”, “política é corrupta e suja”. Todavia, será que o problema mesmo é a política, ou os políticos que fazem uso dela?&lt;br /&gt;Com o objetivo de problematizar este conceito tão discutido, que Wollgang Leo Maar escreveu um livro com um título muito singelo: O Que é Política? Neste apresenta a concepção de política desde os tempos da Grécia antiga até os dias atuais, porém em sua parte introdutória, já observa várias questões interessantes de reflexão sobre o tema.  &lt;br /&gt;Primeiramente, antes da abordagem do problema, é mister a clareza do primeiro conceito política da história apresentado por Maar: “O termo política foi cunhado a partir da atividade social desenvolvida pelos homens da “Pólis”, a cidade-estado da Grécia” (MAAR, p.31, 1983), portanto, o conceito de Política dos gregos é bem mais amplo do que o conceito impregnado na sociedade atual, cujo sentido está vinculado a atividade partidário, ou a membros e  instituições de governo municipal, estadual e federal. Este primeiro conceito quer dizer que Política é toda atividade social desenvolvida por indivíduos, que pode acontecer comumente em uma conversa informal em um bar ou em uma partida de futebol.&lt;br /&gt;Mas, por que o conceito de Política dos gregos foi suprimido pelo conceito atual, vinculado a partidos e instituições? O mesmo autor apresenta alguns indícios que respondem a questão, dizendo que: &lt;br /&gt; A evolução histórica em direção ao gigantismo das instituições políticas – o estado onipresente – é acompanhada de uma politização geral da sociedade em seus mínimos detalhes, por exigir um posicionamento diário frente ao poder. Mas ao mesmo tempo traz consigo a imposição de normas com que balizar a própria aplicação da palavra política, procurando determinar o que é e o que não é “política”. Desta forma, oculta-se ao eleitor o seu ser político, atribuindo-se esta qualidade apenas ao eleito.&lt;br /&gt;        (MAAR, 1983, p.11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Percebe-se na reflexão do autor que este “gigantismo onipresente” do estado nas três esferas do poder governamental fez que se “ofuscasse” a visão social da atividade política dos indivíduos, que somente são lembrados pelo estado como cidadãos dotados de poder político, somente nas eleições de 2 em 2 anos, ou em consultas públicas como referendos e plebiscitos.&lt;br /&gt;Maar ainda vai mais afundo nesta questão, atribuindo este “ofuscamento” do caráter político que todos os cidadãos possuem, buscando um segundo viés – ideológico - escrevendo que: “Marx mostra como o modo de produção capitalista submete de um modo tão universal a sociedade, que as própria relações entre os homens surgem como relações “coisificadas” entre o capital e a força de trabalho”  (MAAR, 1983. p.21). Para Marx, o grande senhor chamado “capital” é que rege todas as outras instâncias inferiores como à religião e escola e a política. Nesta perspectiva, o homem na busca incansável pelo lucro, aliena-se e não se enxerga como um cidadão possuidor de poderes, dentre os quais o de votar e ser votado.&lt;br /&gt;Portanto, na perspectiva de Maar, como é possível que aquele velho sentido político conceituado pelos gregos possa ser explorado e aplicado para os dias atuais?&lt;br /&gt; O autor evidencia que este papel deve ser desempenhado principalmente pela intelectualidade (como os historiadores). Pois cabe a ela a tarefa de mediar os interesses do indivíduo e da coletividade, demonstrando que política não está amarrada ao partidarismo e aos pleitos eleitorais, ou que é condicionada pelo capital. É preciso proporcionar ao cidadão que a política figura em um sentido cultural, e que a cultura política atual pode ser mudada e transformada pela própria cultural como já ensinava o cientista político Antonio Gramsci explorado por Maar.&lt;br /&gt; Neste texto tentou-se apresentar uma perspectiva teórica sobre política, cabendo a cada cidadão analisar as propostas e formar sua própria concepção sobre o tema, mas uma coisa é certa: “se o problema é político, a política pode mudá-lo”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Referências Bibliografias&lt;br /&gt;MAAR, Wolfgang Leo. O Que é Política?, São Paulo: Brasiliense. 1983.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-4811032103855855847?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/4811032103855855847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/politica-e-cultura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/4811032103855855847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/4811032103855855847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/politica-e-cultura.html' title='Política e Cultura'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-2895793349668263323</id><published>2009-11-07T03:46:00.001-08:00</published><updated>2009-11-07T03:46:36.974-08:00</updated><title type='text'>CINEMA &amp; HISTÓRIA</title><content type='html'>or Israel Acordi 4ª fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que você deve assistir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platoon (1986 - EUA). Direção de Oliver Stone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na história do cinema, poucos conflitos foram tão retratados na telona como a guerra do Vietnã. Alguns filmes bons, muitos ruins. Nesta resenha, analiso um dos bons, um dos melhores. Dirigido pelo conceituado diretor Oliver Stone (Nascido em 4 de Julho, JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar, Assassinos por Natureza), Platoon é um filme que trata sobre o quão terrível é a guerra. É um filme sobre soldados resistindo ao conflito e esperando pelo dia de sair do campo de batalha.&lt;br /&gt;Na trama, acompanhamos Chris Taylor (Charlie Sheen, o protagonista de Top Gang, quando ainda fazia filmes sérios), um jovem soldado americano que se alista para lutar no Vietnã. É através dele que observamos a guerra pelo olhar de um soldado raso, que vem parar num conflito atroz, onde a vida de um homem vale muito pouco. &lt;br /&gt;O longa já começa de forma muito boa. O fato de o filme não fazer uma introdução geral ao conflito, não dando um contexto geral ao expectador, é interessantíssimo. Somos jogados naquela estória sem ter uma única explicação sobre as razões da guerra. Muita coragem do diretor Oliver Stone, que mostra como um soldado encarava tudo aquilo, sem saber o por que de sua luta, a razão de seu sacrifício. &lt;br /&gt;Daí em diante, vemos o quão desumana é a guerra. A deplorável situação dos soldados, que passam seus dias em meio à selva, repleta de serpentes e insetos, correndo o risco de dar de cara com o inimigo. A situação dos civis, que sofrem em meio a um conflito que lhes é alheio. Tudo muito bem encaixado em um ótimo roteiro, que foi escrito pelo próprio Oliver Stone. Aliás, aqui devo lembrar que Oliver Stone combateu no Vietnã, e o filme se baseia em suas próprias experiências.&lt;br /&gt;Para quem está cansado do típico patriotismo norte-americano presente nos filmes de guerra provindos dos EUA, Platoon representa um alívio. O filme retrata com muita crueza, as atrocidades cometidas pelos soldados norte-americanos. Há cenas em que civis são assassinados, vilas são queimadas e crianças são estupradas. Algumas cenas são realmente revoltantes e tocam profundamente o expectador.&lt;br /&gt;As cenas de ação são muito boas, porém, o filme dá um principal enfoque na vida dos soldados, mostrando como estes reagem ao conflito. Alguns deles, influenciados por aquele terrível inferno, tornam-se assassinos frios, que matam banalmente (tema que será abordado novamente por Stanley Kubrick em seu Nascido para Matar). Outros, como Chris e o sargento Elias (Willem Dafoe), após passarem pelas tantas dificuldades que o filme retrata, começam a questionar as razões da guerra e as atitudes que os soldados tomam: será que os Estados Unidos estavam agindo corretamente ao entrar em um conflito que lhes era alheio? Em uma ótima cena do filme, o sargento Elias diz que acha que os EUA perderiam aquela guerra. “Ferramos com outros povos há tanto tempo que é hora de nos ferrarmos”, diz ele.  É um filme que nos leva a uma reflexão sobre o quão cruel e sem sentido é a guerra (pena que os EUA não aprenderam muita coisa). &lt;br /&gt;Quanto ao elenco e as atuações, o filme não fica por menos. Charlie Sheen, Willem Dafoe e Tom Berenger aparecem em atuações memoráveis. Tem até um jovem chamado Johnny Depp entre os atores coadjuvantes. Alguém conhece?&lt;br /&gt;O filme também foi premiadíssimo. Ganhou 4 Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Som e Melhor Edição. Recebeu ainda outras 4 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Ator Coadjuvante (Willem Dafoe e Tom Berenger), Melhor Fotografia e Melhor Roteiro Original. &lt;br /&gt;Enfim, Platoon é um filme imperdível. Um dos melhores filmes sobre a guerra do Vietnã. Um filme que entretêm e apresenta muitas reflexões. Cinema inteligente e de ótima qualidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-2895793349668263323?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/2895793349668263323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/cinema-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2895793349668263323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/2895793349668263323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/cinema-historia.html' title='CINEMA &amp; HISTÓRIA'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591354931845731384.post-8102304736158191956</id><published>2009-11-07T03:45:00.001-08:00</published><updated>2009-11-07T03:45:50.409-08:00</updated><title type='text'>Das proximidades entre Literatura e História</title><content type='html'>Professor Celdon Frietz&lt;br /&gt;Professor do Curso de Letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Olhar menos alerta poderia num primeiro momento dispor a Literatura e a História como áreas antagônicas, visto que a uma caberia o exercício imaginativo, a criação ficcional; e, à outra, o estabelecimento da verdade, a narração de determinada factualidade. Porém, tal disposição não oferece contemporaneamente a mesma consistência que poderia assumir ao olhar do século XVIII, quando os termos acima pareciam suficientes para marcar a distinção de duas áreas com objeto específico. Pensando a Literatura aqui somente em termos de narratividade, podemos dizer que entre ela e a História, mesmo que seus objetos se diferenciem, algo as aproxima irremediavelmente: elas são relatos; nelas, alguém conta ou algo é contado.&lt;br /&gt;Isso significa que há determinados elementos que seriam comuns tanto ao relato histórico quanto ao literário. Ou seja, há uma estrutura narrativa da qual personagens, enredo, foco narrativo, espaço, tempo são próprios e que pode ser observada tanto no relato histórico quanto no literário. Poderíamos, por exemplo, nos ater aqui à questão do foco narrativo: a posição a partir da qual os acontecimentos são relatados. Sobre isso, é fácil nos localizarmos quando lembramos de Dom Casmurro como narrador. Ele conta sua história de modo a justificar seu presente solitário, causado pela suposta traição de Capitu. Daí que o foco narrativo tende a mostrar o passado na perspectiva que convença ao leitor (e a ele mesmo, Bentinho) de que a vítima é o narrador. O outro lado não é ouvido. Ora, grosso modo, podemos dizer que essa “parcialidade” também seria observada em determinada historiografia que exporia o ponto de vista dos vencedores em detrimento dos vencidos. O foco narrativo, nesse caso, também salientaria aspectos que fariam crer ao leitor que determinados fatos ocorreram ou foram provocados de modo a consolidar a perspectiva de setores politicamente mais avançados da sociedade. Para ilustrar isso basta pensarmos na vertente da história dos grandes vultos, onde há um foco narrativo que também opera no relato histórico de modo a contar o passado ao leitor a partir de determinada posição que produza neste empatia em relação aos personagens que se quer sejam percebidos como heróicos.&lt;br /&gt;Essa proximidade entre História e Literatura no que concerne à natureza narrativa de suas escritas tem diversas conseqüências. Algumas mesmo que alimentam posições bastante controversas. Mas isso é outra conversa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591354931845731384-8102304736158191956?l=jornalcahel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalcahel.blogspot.com/feeds/8102304736158191956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/das-proximidades-entre-literatura-e_4044.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/8102304736158191956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591354931845731384/posts/default/8102304736158191956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalcahel.blogspot.com/2009/11/das-proximidades-entre-literatura-e_4044.html' title='Das proximidades entre Literatura e História'/><author><name>Jornal Cahel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00334905067133253385</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Y9WZh0HA194/SvVhV_WArLI/AAAAAAAAAAY/ibTDGGObQQA/S220/ampulheta.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
